quarta-feira, 24 de junho de 2015

Amando-me pouco

Estava quase dormindo quando de repente me veio uma vontade súbita de escrever aqui...
Escrever sobre o "amor".
Amar quanto? Como? A si mesmo? Alguém? Quem?

O amor sem sombra de dúvidas é o sentimento mais perverso que existe. Quado se ama muito alguém, consequentemente ama-se a si pouco.

Amamos intensamente sem esperar nada em troca... Mentira, baléla, lorota!

As pessoas se entregam ao amor unicamente para desfrutar do amor e das atribuições que o amor as trazem.

Sempre que ouço uma história de amor, a conclusão que eu tiro é de que o amor e a dor estão muito mais ligados do que unha e cutícula. Afinal, o amor é a dor.

Amar dói, fere, amar, amar, amar...] Somos escravos de um sentimento que tomamos como necessidade, necessidade de ter alguém, de ser amado por alguém. Mas por que?

Juro que adoraria saber.


28/02/2015

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